domingo, 15 de dezembro de 2013
quinta-feira, 12 de dezembro de 2013
BICICLETA com eRODA
Está é a eBike que estou procurando. Nada de baterias, nada de entulhos para lixo. Esta roda é a solução. Vou importar se demorar a vir para o Brasil. Grato pela inteligência em Copenhagen. ZH 12dez2013
Mais que um meio de transporte, a bicicleta tem se tornado um dos ícones da vida sustentável, resistência limpa à hegemonia poluidora dos carros. Mas nem sempre a pedalada é tranquila, e às vezes uma força extra até que viria a calhar: é o que propõe a Copenhagen Wheel.
Essa roda, recém-lançada, promete acrescentar tração elétrica a qualquer bicicleta sem - e isso é o mais importante - comprometer a vocação ecológica das bikes. A façanha se cumpre porque ela estoca a energia gerada pelo ciclista a cada volta da roda. Em uma subida, por exemplo, um motor compensa a fadiga do usuário com o giro necessário para manter o curso, atingindo - sem pedalada - uma velocidade máxima de 25 km/h.
E, ao contrário do que se poderia pensar, a instalação não é nenhum bicho-de-sete-cabeças. Basta trocar a roda traseira antiga pela roda nova. Outra vantagem da Copenhagen em relação às rodas "normais" é a de aprender o ritmo do ciclista, o que mantém o passeio sempre estável.
Como são tempos de redes sociais, a Copenhagen Wheel não deixa por menos: integrada a um aplicativo móvel, ela tem conectividade wireless e pode ser usada para compartilhar dados como a sua localização, temperatura e outras coisas que você pode conferir no vídeo acima.
terça-feira, 12 de novembro de 2013
CLITÓRIS, O PRAZER PROIBIDO by FACEBOOK CAMILO
Publicado por Videos.Blog - 12 de agosto de 2013
O documentário inédito “Clitóris, Prazer Proibido” explora o órgão cuja única função é proporcionar prazer às mulheres. Médicos, educadores sexuais, estudiosos do comportamento e mulheres em geral dão depoimentos sobre o tema.
Por séculos, o clitóris conseguiu a façanha de aparecer e desaparecer diversas vezes. O primeiro anatomista a fazer referência a essa parte do corpo feminino foi Ronaldo Columbus, em 1559, quando o descreveu como a “cidade do amor”. O filósofo francês René Descartes, 100 anos depois, achou que tivesse feito a descoberta. Para ele, sem o prazer clitoriano, as mulheres não se submeteriam à maternidade. Mas depois disso, o clitóris caiu no esquecimento por muitos anos, até que em 1884, George Cobald publicou uma série de desenhos que não poderiam mais ser negligenciados pela ciência.
Uma das entrevistadas no documentário é a médica Helen O´Connell, pesquisadora de Melbourne considerada uma das especialistas em clitóris. Ela explica o funcionamento do órgão e afirma que não há um “ponto G”. Segundo a entrevistada, o clitóris é maior do que se pensa, e está ligado a todo orgasmo feminino.
domingo, 10 de novembro de 2013
sábado, 19 de outubro de 2013
segunda-feira, 19 de agosto de 2013
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segunda-feira, 1 de julho de 2013
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